MATANDO A SUA SAUDADE - GRUPO DE AMIGOS

MATANDO A SUA SAUDADE - GRUPO DE AMIGOS
MATANDO A SUA SAUDADCE - GRUPO DE AMIGOS

RÁDIO PALESTINA FM 104,9

rádio palestina fm

terça-feira, 15 de abril de 2014

Compadre Washington alfineta Scheila Carvalho: ‘Peguei por 4 anos’ Globo 15 Abril de 2014 - 11:32



De?sde que voltou à TV ?no comercial d?o site Bom Negócio.com, no qual aparece repetindo bordões como “?sabe de nada, inocente”?, “ordinária”? e “"danada”, Compadre Washington revive a fama dos tempos áureos do grupo É o Tchan.? Ele começou a ser parado nas ruas, com pedidos dos fãs para fazer um vídeo repetindo o texto veiculado no comercial.
— Cheguei à s 8h da manh?ã para gravar, e me botaram na guilhotina?. Falaram p?ara eu ficar ?à vontade ?e sair falando. Aí, do nada, eu disse: “Sabe de uma coisa inocente, eu estou é com fome?”, e me pediram “vai falando,? mais em cima de inocente” ?. Os caras da agência tiveram uma sacada muito boa?. E agora “Sabe de nada, inocente?” é o bordão do ?Brasil?! — ?vibra ele, que teve seu nome sugerido para participar da propaganda numa pesquisa interna com funcionários ?da loja virtual: —- Pelo que fiquei sabendo, ?eles precisavam indicar um nome que tivesse a cara do produto, ?e meu nome ?foi? uma? unanim?idade, negócio de 90%.
Compadre Washington não foge da raia quando o assunto é sua fama de mulherengo. Ao ser perguntado sobre se ficou com alguma dançarina do grupo, ele não segura a língua:
— Peguei mesmo. Peguei a Scheila Carvalho por quatro anos. E agora, ela fica dizendo que fui uma coisa ruim na vida dela. Se fosse bom, então, ela ficava dez — entrega.
A ex-dançarina se uniu à colega Sheila Mello para fazer apresentações pelo Brasil revivendo os tempos em que se apresentava com o grupo. Mas ele não imagina um reencontro no palco.
— ?Não tem clima pesado. Elas falaram que não haveria clima porque agora são mães de família. Mas agora estão dançando por aí. O dinheiro deve estar faltando — detona.
Compadre, no entanto, garante que não foi a falta de dinheiro que o fez retomar o grupo.
— Curti a vida com moderação. Dinheiro vai fácil, e para voltar é difícil. Graças a Deus não gastei tudo. A gente passa por dificuldades, dá um jeito. Tem que pagar as pensões. Às vezes, passa um mês devendo, e paga duas no mês seguinte. Mas a Justiça não quer saber, quem pariu Mateus que o balance.
Visionário, ele já tratou de gravar uma música com o nome de "Sabe de nada inocente".
— Recebemos várias letras, e gravamos a que mais tinha a ver com o o grupo. A que fala para o cara que a mulher dele saiu de casa, com cara de triste, e voltou toda sorridente — diverte-se ele, que também espera atrair público às apresentações: — O show não lota. Hoje em dia é dificil, tem muita concorrência. Mas é um recomeço.
No Rio de Janeiro, as duas últimas apresentações do grupo foram na festa GLS "Chá da Alice”. E ele se divertiu com o público.
— Foi muito bom poder ver a rapaziada se liberar. Nos anos 90, o povo era meio preso. E agora isso acabou, cada um se diverte e é feliz como quiser — compara.
Compadre ainda comemora o carinho que recebe das bandas que trilharam o caminho aberto pelo É o Tchan na Bahia naquele período.

— Os caras da nova geração têm respeito pela gente. Márcio Vitor (do Psirico) é como se fosse um sobrinho meu, me chama de tio. Léo Santana, do Parangolê, tirou uma foto com a gente nos chamando de ícones do pagode. Eles respeitam os velhinhos.